10 de setembro de 2011

Atenção Alunos, Pais e Responsáveis

No decorrer do 3º Bimestre, os alunos do Ensino Fundamental II tem sido avaliados por meio de testes, trabalhos, atividades complementares, entre outros. Mas, as avaliações bimestrais estão chegando e para não haver reprovações continue incentivando o seu filho ao hábito do estudo diário. Faça desse momento de avaliações um parte de sucesso na vida do seu filho, onde ele saia preparado e seguro. Vamos ficar atentos às datas das provas e faça esforço para que seu filho não perca nenhuma delas. Caso contrário, o ATESTADO MÉDICO deve ser apresentado com o prazo máximo de 48 HORAS após a prova perdida.
Os alunos devem estudar pelos livros didáticos, pelo caderno de cada matéria e por cada material a mais proporcionado ao aluno e disponibilizado pelos professores.
Atenciosamente
Professora Fabianne Soares Silva - Língua Portuguesa

8 de setembro de 2011

Atividade - 7° Ano

Olá galera do 7° Ano , aqui está a Atividade Avaliativa valendo ponto , é para copiar e fazer até segunda-feira , dia 12/09/2011.
1)Escreva se é Monocultura ou Policultura :
a)Plantações de Soja , Cana e Trigo
b)Plantações de Uva e Milho
c)Sistema que abastece o mercado externo
d)Sistema que abastece o mercado interno
e)Sistema que é feito geralmente em grandes fazendas
f)Sistema que é feito em pequenos sítios
g)Possui uma mão-de-obra cheia de máquinas
h)Possui uma mão-de-obra que é a própria família
2°)Com a ajuda da tabela sobre a "Posição dos estados do Sul na produção agrícola do Brasil" diga em qual posição o Estado está com relação á determinado produto:
Exemplo - a)SC com a Aveia: 3° Lugar
b)SC com a Cebola:
c)PR com a Feijão:
d)RS com o Arroz:
e)RS com a Aveia:
f)RS com o Fumo:
g)PR com a Soja:
h)SC com a maça
3°)Por que a região Sul consegue plantar produtos nacionais?Cite 1 exemplo.
4°)Apresente 4 características do clima subtropical .
5°)Qual é a vegetação símbolo da região Sul ?Escreva características dessa vegetação.
6°)Caracterize a Hidrografia do Sul.
7°)Qual é o outro nome que a Mata das Araucárias recebe ?
8°)Com a ajuda do mapa da página 194 sobre a soja , quais são os Estados que mais tiveram seus territórios ocupados pela inserção do cultivo de soja ?

6 de setembro de 2011

Dia da oficialização do Hino Nacional



História Hino Nacional



Símbolo sagrado da Pátria, tal como a própria Bandeira, o Hino Nacional Brasileiro, de Francisco Manuel da Silva – escrito em 1822/23 ou, segundo outros autores, em 1831 – e que a 6 de setembro de 1922, foi oficialmente adotado pela República, já com letra de Joaquim Osório Duque Estrada, não tem sido preservado com a dedicação e o carinho que deveria merecer de todos os brasileiros. Basta dizer que o próprio Museu Histórico Nacional não possuía uma única gravação do Hino Nacional Brasileiro, que foi, entretanto, registrado mais de 30 vezes por algumas das mais famosas orquestras e bandas brasileiras e até, internacionais, por exemplo, temos como execuções históricas a da Orquestra Sinfônica Brasileira, regida pelo Maestro Eugen Szenkar, a da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com coro, regidos por Heitor Villa-Lobos, a da Banda do Corpo de Bombeiros, Banda do Corpo de Fuzileiros Navais, Banda Internacional, etc. Existem também gravações curiosas, como a do tenor Vicente Celestino, e a de Paulo Gracindo – em que este declama a letra de Duque Estrada.


História do Hino Nacional Brasileiro


O Hino Nacional Brasileiro, segundo alguns autores, foi composto para comemorar a independência da nossa Pátria. Se Francisco Manuel não o escreveu nos quatro últimos meses de 1822, deve tê-lo feito no decorrer de 1823, sendo que, neste último ano, a peça teve sua primeira execução oficial. O compositor ainda não chegara aos 30 – precisando melhor, deveria contar, então, com 27 ou 28 anos de idade.

Francisco Manuel da Silva, escreveu os primeiros compassos, no balcão de um armarinho situado na Rua Senador dos Passos esquina com Rua Regente Feijó.

Essa casa comercial era também o ponto de reunião de um grupo de amigos e cultores da música: Francisco Manuel; o cantor da capela imperial, mais tarde, cônego Zacarias da Cunha Freitas; Laurindo Rebelo, o célebre poeta “Lagartixa”; Bento Fernandes das Mercês; José Rodrigues Cortes; e o proprietário da loja, o clarinetista amador, José Maria Teixeira.

O compositor fez a música sobre uns versos do desembargador e poeta piauiense, Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva que circulavam entre os patriotas: “ Os bronzes da tirania / Já no Brasil não rouquejam / Os monstros que a escravizam / Já entre nós não vicejam / Eis se desata / Do Amazonas / Até o Prata “

Por ocasião da abdicação de D. Pedro I, ocorrida a sete de abril de 1831, um hino começa a se popularizar sob o título de, Hino Sete de Abril. A música é de Francisco Manuel ; os versos, os de Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva. Associado a esses dois eventos de nossa história, o Hino Nacional Brasileiro – que inflama hoje, quando executado, a alma da nossa gente, mas atormenta os pesquisadores em particular – a qual data está realmente vinculado a 7 de setembro ou a 22 de abril ? Foi composto, enfim, em 1822/23, ou 1831?

Um novo acontecimento histórico, a coroação de D. Pedro II, e eis que a primitiva letra sofre uma adaptação para exaltar o soberano brasileiro: “Negar de Pedro as virtudes / Seu talento escurecer / É negar como é sublime / Da bela aurora, o romper”. Medíocre a versalhada, mas a musica só fazia crescer com o tempo no coração dos brasileiros.

Ao ser proclamada a República, os que pretendiam apagar todos os vestígios do Velho Regime, pensaram logo em substituir a música de Francisco Manuel, e não sossegaram enquanto não foi aberto um concurso para a escolha de um novo Hino Nacional Brasileiro.

Foi marcada para a tarde de 20 de janeiro de 1890 a escolha solene do melhor hino concorrente. Mas, no dia 4 desse mesmo mês, um vibrante artigo do critico musical, Oscar Guanabarino, abriu a questão em favor do velho hino de Francisco Manuel. Argumentava que o Hino Nacional Brasileiro, nunca fora considerado pelo povo como o hino de D. Pedro II, mas como o Hino da Pátria. E perguntava a Deodoro: “Marechal, nos campos do Paraguai, quando ‘a frente das colunas inimigas a vossa espada conquistava os louros da vitória e as bandas militares tangiam o Hino Nacional. Qual era a idéia, o nome que acudia a vossa mente no instante indescritível de entusiasmo – Pátria ou o Imperador ? E apelava : “Decidi portanto,digno cidadão, de acordo com a resposta da vossa consciência”. No mesmo dia Deodoro, declarava pessoalmente a Guanabarino: “Li o seu artigo e estou de pleno acordo”. Quando, no dia 15 de janeiro, a Marinha – tida, por alguns, como monarquista - foi saudar o Ministro Wandenkolk e o novo Governo, no Palácio Itamarati, o Major Serzedelo, em nome da imprensa e do povo, fez um pedido a Deodoro: que o antigo Hino Nacional fosse considerado o da Pátria. O Marechal deu um sinal de assentimento a Benjamim Constant, e este declarou que o Hino Nacional seria conservado, “como o da Nação Brasileira” . Logo depois as bandas de música do Exercito e a do 23º de Infantaria atacaram o Hino de Francisco Manuel e Deodoro comovido, foi aclamado no meio de um delírio geral. E “ O Pais “ dois dias depois, Guanabarino comentando o ocorrido, exortava os milhares a guardar “ esse hino que ouviste na infância. Ele representa uma idéia nobre, um nome respeitável, encerra a história de vossas glórias e atesta a vossa gratidão “. E como não era mais possível ao Governo Provisório, cancelar o concurso, ficou resolvido que este apontaria, não o Hino Nacional Brasileiro – que continuava sendo o de Francisco Manuel – mas o Hino da Proclamação da República.

E foi assim que, ‘as 13 hs., do dia 20 de janeiro de 1890, no Teatro Lírico, diante de Deodoro, com seus ajudantes de ordens, dos Ministros, do Interior, da Justiça, da Guerra e da Agricultura, foram executados, sucessivamente, por banda regida por Carlos de Mesquita, os quatro hinos finalistas : de Francisco Braga, J. Queirós, Alberto Nepomuceno e Leopoldo Miguez. Repetidos e – ‘a execução do de J. Queirós – muito aplaudidos, a Comissão Julgadora, (Alfredo Bevilaqua, Frederico do Nascimento, Carlos de Mesquita, Paulo Porto Alegre e Miguel Cardoso ) confirmou o veredicto do público, concedendo a palma ao hino de Leopoldo Miguez, que, como os demais, fora feito sobre os versos de Medeiros e Albuquerque. Deodoro e os ministros assinaram então, os decretos de oficialização do Hino Nacional e do Hino da Proclamação da República, e retornaram ao camarote, de onde o Ministro do Interior fez a respectiva leitura. A banda repetiu o hino escolhido e, a pedido do público, foi também executado o hino de Francisco Manuel, o que iria produzir no público presente uma emoção indescritível. Confirmava-se assim, entre todos, a impressão do Marechal Deodoro, o qual, ao ouvir pela primeira vez, o hino de Miguez, dissera “ Prefiro o velho “......

Ao Hino Nacional, só faltava uma letra a altura. O escritor Coelho Neto, em 1906, subiu a tribuna da Câmara dos Deputados e propôs que se fizesse, para ele, “um poema condigno” Em 1908, o Ministro da Justiça, Dr. Augusto Tavares de Lira, nomeou uma comissão para rever esse Hino, integrada por Alberto Nepomuceno, então Diretor do Instituto Nacional de Música, e dos maestros, Francisco Braga e Frederico Nascimento Sugerida a abertura de um concurso para a escolha da melhor letra, e autorizado o governo a criar um prêmio de Dois Contos de Réis, vários poemas concorreram, destacando-se o de Joaquim Osório Duque Estrada.

Data de outubro de 1909 o seu “ Projeto de Letra Para o Hino Nacional Brasileiro “, cujos versos iniciais eram os seguintes: “ Ouviram do Ipiranga às margens plácidas / Da Independência o brado retumbante / E o sol da liberdade, em raios fúlgidos / Brilhou no céu da pátria nesse instante “.

Em 1916, o poeta introduziu modificações no poema. A 21 de agosto de 1922, o Decreto nº 4.559 autorizou o Poder Executivo a adquirir a propriedade dos versos, e a seis de setembro do mesmo ano – isto é, na véspera do dia em que se comemorou o Centenário da Independência, o Decreto nº 15.671, declarava oficial essa letra. O Deputado Lourenço Baeta Neves, a 23 de junho de 1936, apresentou um projeto de lei que tornava obrigatório o canto do Hino Nacional nas escolas primárias e nos estabelecimentos de ensino normal, em todo o país.

A promulgação do Decreto nº 259, de 1º de outubro de 1936, pelo Presidente, Getulio Dorneles Vargas, além da obrigatoriedade “nos estabelecimentos de ensino mantidos ou não pelos poderes públicos“, consagrou a orquestração de Leopoldo Miguez; a instrumentação para bandas, do 2º Tenente Antonio Pinto Junior do Corpo de Bombeiros do então, Distrito Federal, no tom original de si-bemól; e, para canto, em fá, o trabalho de Alberto Nepomuceno.





Fonte: http://www.miniweb.com.br/cidadania/hinos/historia/hist_hino_nacional.html

Dia do Alfaiate


Profissional do dia - Alfaiate


Alfaiate (em francês: Tailleur) é o profissional especializado que exerce o ofício da Alfaiataria, uma arte que consiste na criação de roupas masculinas (terno, costume, calça, colete, etc.) de forma artesanal e sob medida, ou seja, exclusivamente de acordo com as medidas e preferências de cada pessoa, sem o uso padronizado de numeração preexistente.

Outras funções atribuídas ao Alfaiate:
Estilista: Feitio de roupas femininas de talhe masculino (costumes, paletós, terninhos, tailleurs, etc.).
Figurinista: Criar, organizar os figurinos, conservá-los em bom estado e auxiliar os artistas a vesti-los em espetáculos teatrais, novelas, shows, filmagens ou apresentações de TV.

Fonte: http://www.ilhado.com.br/index.php?id_editoria=24&id=1446

5 de setembro de 2011

05 de Setembro - comemorações



Dia Oficial da Amazônia

Quando falamos em Amazônia lembramos de densa floresta tropical, biodiversidade incrível, riqueza de matéria-prima. Todos esses fatores positivos contribuem para que ela seja o que é hoje: alvo de especulações e inveja de grande parte das nações do mundo, principalmente das poderosas, cujo grande objetivo é apoderar-se de uma dávida que veio florescer em pleno território brasileiro. Em 1990, foi iniciado um trabalho na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia para determinar a distribuição da diversidade vegetal na Amazônia.

Hoje, existe uma base de dados com a distribuição de mais de 3.500 espécies, capaz de gerar mapas por gênero, família ou total. Somando todas as áreas recobertas pela floresta, temos o incrível número de 6 milhões de quilômetros quadrados. A parte brasileira é calculada em 3 milhões e meio de quilômetros quadrados, o que representa mais de 50% da floresta e 42% do território nacional.


Dia Oficial da Farmácia

Não há quem nunca tenha entrado em uma. A Farmácia inicialmente é uma ciência. Mas também se tornou um tipo de estabelecimento comercial local de trabalho dos chamados farmacêuticos , comércio muito difundido pelo nosso país. Estima-se que no Brasil existam mais de 50.000 farmácias, e o país encontra-se entre os 5 maiores consumidores de medicamentos no mundo.
No Brasil, existe uma diferença entre dois tipos de estabelecimento: a farmácia e a drogaria. A Farmácia comercializa tanto medicamentos magistrais (manipulados) quanto os industrializados. Já a Drogaria só pode comercializar medicamentos industrializados.

HistóriaA busca pela cura das doenças tem sido uma das maiores preocupações do homem desde os primórdios da humanidade. Para alguns pesquisadores, a descoberta do fogo e a utilização de recursos naturais para aliviar dores humanas ocupam espaço semelhante na linha do tempo. Por isso, a Farmácia é considerada uma das profissões mais antigas da Humanidade. A palavra tem origem do grego, pharmakeía ou phármakon, que significa medicamento ou a arte de preparar medicamentos.
A Farmácia é a ciência praticada por profissionais formados em uma faculdade de farmácia (farmacêuticos). Tem como objeto o fármaco e seus usuários, e como objetivo a pesquisa, desenvolvimento e produção de novas drogas, utilizando-se como fonte plantas, animais e minerais, estudo da manipulação de fármacos, criação e aplicação de métodos de controle de qualidade, estudo de formas de aplicação de orientação ao usuário quanto ao uso racional do medicamento, criação e aplicação de métodos de identificação e dosagem de tóxicos.
Conforme o ramo de atuação, a farmácia se alia a outras ciências para o desenvolvimento de métodos de identificação e quantificação de indicadores biológicos de patologias humanas e animais, desenvolvimento e aplicação de métodos de diagnósticos genéticos, microbiológicos e parasitários. Ainda se aliando a outras ciências, estuda os alimentos e desenvolve e aplica métodos de manipulação e controle de qualidade dos mesmos.

Brasil
Os primeiros povoadores, náufragos, degredados, aventureiros e colonos aqui deixados por Martim Afonso, tiveram de valer-se de recursos da natureza para combater as doenças, curar ferimentos e neutralizar picadas de insetos. Para combater a agressividade do ambiente, e a hostilidade de algumas tribos indígenas os primeiros europeus tiveram de contornar a adversidade com amabilidade, e com isso foram aprendendo com os pajés a preparar os remédios da terra para tratar seus próprios males.
Remédios da “civilização” só apareciam quando expedições portuguesas, francesas ou espanholas chegavam com suas esquadras, onde sempre havia um cirurgião barbeiro ou algum tripulante com uma botica portátil cheia de drogas e medicamentos.
Logo após, vieram os jesuítas que trataram de instituir enfermarias e boticas em seus colégios, colocando um irmão para cuidar dos doentes e outro para preparar remédios, onde o povo encontrava drogas e medicamentos vindos da metrópole bem como remédios preparados com plantas medicinais nativas através da terapêutica dos pajés.
Importantes boticas sob a direção dos jesuítas tiveram a Bahia, Olinda, Recife, Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo. Em São Paulo quem preparava os remédios era José de Anchieta, considerado o primeiro boticário de Piratininga. O padre relata em suas cartas: “Em nós outros tem médicos, boticários ou enfermeiros... Nossa casa é botica de todos; poucos momentos está quieta a campainha da portaria... todavia fiz-lhe eu os remédios que pude...”.
As boticas só foram autorizadas como comércio no Brasil em 1640. A partir deste ano elas se multiplicaram, de norte a sul, dirigidas por boticários aprovados em Coimbra, Portugal. Em completo atraso e carência de preparo, esses apenas foram ter como guia um livro que datava de 1716, de Joan Vigier, chamado Farmacopéia Ulissiponense Galênica e Química.
Na cidade de São Paulo em 1765, existiam 3 boticários: Francisco Coelho Aires, estabelecido e com moradia na rua Direita, Sebastião Teixeira de Miranda, na atual rua Álvares Penteado e José Antônio de Lacerda, na atual Praça da Sé.
O prédio para instalar a primeira farmácia oficial de São Paulo foi construído em 1796, e chamava-se a Real Botica de São Paulo, onde hoje está o Vale do Anhangabaú, mais precisamente, o prédio central desativado dos Correios e Telégrafos.
Em 1808, instituiu-se os estudos médicos no Hospital Militar da Bahia, por sugestão do cirurgião-mor do reino, Dr. José Correia Picanço, futuro Barão de Goiana, com ensino de anatomia e cirurgia. Um ano depois foi instituído o estudo no Rio de Janeiro.
O primeiro curso realmente de Farmácia surgiu em 1832, na Universidade do Brasil (atual UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro). Porém, a profissão só foi regulamentada quase cem anos depois, em 1931.

ProfissãoExistem, atualmente, 211 cursos de Farmácia no Brasil. O total de matrículas anuais é de cerca de 54 mil, contrapondo-se bastante ao número de concluintes, 9 mil. Em média, os cursos têm duração de quatro anos, com carga horária de aproximadamente 4.200 horas, contando as horas de estágio obrigatório. As matérias principais da graduação são: química, bioquímica, fisico-química, biologia, microbiologia e imunologia, parasitologia e anatomia.
A remuneração dos recém-formados, atualmente, é de R$ 1.700, valor determinado pelo CFF (Conselho Federal de Farmácia). Mas, como em todas as áreas, o salário de um Farmacêutico varia de acordo com a área em que atua, com a empresa e com a sua formação.

Símbolo
A cobra enrolada na taça é conhecida como o símbolo da Farmácia, e tem origem na Antigüidade grega. Segundo as literaturas antigas, o símbolo da farmácia ilustra o poder (a cobra) da cura (a taça).
A lenda conta que uma cobra enrolou-se no cajado de Hipócrates, e quando estava preste a picá-lo, ele olhou para a serpente e disse: “se queres me fazer mal, de nada adiantará que me firas, pois tenho no corpo o antídoto contra tua peçonha. Se estás com fome, te alimentarei”.
Então ele pegou a taça onde fazia misturas de ervas medicinais, colocou leite e ofereceu à serpente. Esta desceu do cajado, enrolou-se na taça e bebeu o leite. Desta forma criou-se o símbolo da medicina (a cobra envolvendo o cajado) e o símbolo da farmácia (a cobra envolvendo a taça). Os formandos em farmácia podem ter um anel com uma pedra de Topázio Amarelo.

Farmácia PopularNo Brasil foi criada também a Farmácia Popular, programa do Governo Federal para ampliar o acesso da população aos medicamentos considerados essenciais. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão do Ministério da Saúde e executora do programa adquire os medicamentos de laboratórios farmacêuticos públicos ou do setor privado, e disponibiliza nas Farmácias Populares a baixo custo. Um dos objetivos do programa é beneficiar principalmente as pessoas que têm dificuldade para realizar o tratamento por causa do custo dos medicamentos.



Fontes:
http://www.revistadofactoring.com.br/artigos/hoje-e-dia-da-amazonia-e-do-oficial-de-justica

http://www.pod1.com.br/artigos/5-de-setembro-dia-nacional-da-farmacia-


4 de setembro de 2011