25 de fevereiro de 2011

Os Ramos da GEOGRAFIA!!!

Olá galera, semana que vêm faremos um mural intitulado "Os Ramos da Geografia" para sabermos mais ainda o que esta ciência estuda , por isso leia este texto e escolha um ramo para fazer uma pesquisa!!!A data de entrega será na quarta que vêm dia 2 de Março, será montado um mural com todas as pesquisas das três turmas , então CAPRICHEM E BOA PESQUISA!!!

A Geografia é a ciência que estuda as transformações do ser humano no espaço, todo espaço transformado é chamado de Espaço Geográfico. A Geografia estuda localizações, distribuições e organizações.A Geografia primeiro é dividida em dois grandes grupos:a Geografia Física e a Geografia Humana.


Na Geografia Física se estuda:Biogeografia(Estuda a localização, distribuição e organização dos seres através do tempo),Climatologia(Estuda a localização, distribuição e organização dos climas na Terra),Geografia Ambiental(Estuda a localização, distribuição e organização dos efeitos da ação humana sobre o ambiente terrestre),Gestão Ambiental (Estuda como administrar os recursos naturais de forma racional),Geodésia(Estuda o "corpo" e as forças que a Terra possuí),Geomorfologia (Estuda as formas que podemos encontrar no relevo da superfície terrestre),Glaciologia(Estuda a localização, distribuição e organização do gelo),Hidrologia(Estuda as formas que podemos encontrar a água e os fenômenos causados pela água) , Hidrogeografia(Estuda a distribuição das águas no mundo),Geologia(Estuda o passado que a Terra teve de transformações),Cartografia (Estuda as formas de gravar a localização , distribuição e organização dos lugares e transformações feita pelo ser humano , como gravar informações em mapas.)

Na Geografia Humana se estuda :Geografia Cultural (Estuda a localização , distribuição e organização das diversas culturas no mundo),Geografia do Desenvolvimento ,(Estuda localização,distribuição e organização da qualidade de vida pelo mundo) , Geografia Econômica(Estuda a localização , distribuição e organização das atividades econômicas na Terra),Geografia da Saúde (Estuda a localização, distribuição e organização das diversos fenômenos relacionados a saúde dos seres no mundo),Geografia Populacional(Estuda a localização, distribuição e organização das populações no mundo ),Geografia da Religião (Estuda a localização, distribuição e organização das religiões no mundo),Geografia Social(Estuda a localização, distribuição e organização das manifestações sociais pelo mundo),Geografia dos Transportes(Estuda a localização, distribuição e organização dos meios de transportes pelo mundo),Geografia Turística(Estuda a localização, distribuição e organização do turismo pelo mundo),Geografia Urbana(Estuda a localização, distribuição , organização e formação das cidades ),Geografia Rural (Estuda a localização, distribuição e organização das atividades e fenômenos que acontecem no meio rural),Geografia Regional(Estuda a localização,distribuição , organização e as tipos de regiões que podemos encontrar no mundo e Recenseamento(Coleta de dados da população),Geosofia(Estuda o poder das experiências e das imaginações na transformação do espaço),Geografia comportamental (Estuda os comportamentos humanos resultados da percepção das transfomações espaciais).

24 de fevereiro de 2011

A HISTORIA DO NUMERO UM

O herói desta história é um mestre na arte do disfarce. Para algumas pessoas ele apareceu em formato de cunha, para outras como um cone. Mas independentemente da forma que assumiu, ele sempre foi o número 1. Sua história é a nossa história. É uma história de lutas, de sabedoria, uma história sobre as origens dos números. Nós veremos como o 1 ajudou a criar as primeiras cidades, como ajudou a construir impérios e como ajudou uma das mentes mais brilhantes da história. Também conheceremos sua participação no modo de funcionamento do dinheiro. Por fim, veremos como o 1 se associou ao zero para dominar o mundo em que vivemos hoje, o mundo digital que funciona com 1 e 0.

"Estas palavras que estou dizendo agora foram escritas em um computador através de um código de uns e zeros. Até mesmo minha imagem, nesta TV digital foi enviada como uma série de uns e zeros. Então, como esses dois dígitos acabaram dominando nosso mundo? Não foi sempre assim. Na verdade, durante a maior parte da história humana, o zero simplesmente não existia. É o 1 que realmente conta". - Terry Jones

21 de fevereiro de 2011

Galera, esse é o texto sobre o inglês ao redor do mundo, apenas será disponibilizado a versão em inglês.
Boa leitura!

ENGLISH AROUND THE WORLD

Useful terms for types of languages:

- Native - the language you learned at home with your family when you were small.
- Official - the language that is used in official documents, spoken on the radio and on television.
- Second language - language you learn because you have to live in the country where the language is spoken.
- Foreign language - languages spoken abroad, a language you can choose to study at school.



Some facts about the Language

Non native-speakers of the language now outnumber native speakers 3 to 1.

English is spoken as first language by more than 370 million people throughout the world, and is used as a second language by as many, if not more. One in five of the world's population speaks English with some degree of competence. It is an official or semi-official language in over 70 countries, and it plays a significant role in many more. English is not just one standard language, but can be thought of as a "family", which includes many different varieties.

Within a decade, 2 billion people will be studying English and about half the world - about 3 million people - will speak it. Non-native speakers of the language now outnumber native speakers 3 to 1, according to English language expert David Crystal. He recognizes that there is never before been a language that's been spoken by more people as a second language than a first. In Asia alone, the number of English-users has topped 350 million - roughly the combined populations of the United States, Britain and Canada. There are more Chinese children studying English - about 100 million - than there are Britons.

What people use English for


The massive English-learning industry in India alone is a $100 million-per year business. It's the front line of a global revolution in which hundreds of millions of people are learning English, the planet's language for almost every kind of transaction. English is the main language of commerce, technology, communication, science, academic conferences, business, entertainment, airports and air-traffic control, diplomacy, radio, newspapers, books, sports, tourism, international competitions, pop music advertising etc. - and, increasingly, empowerment.

Over two-thirds of the world's scientists read in English. Three quarters of the world's mail is written in English. Eighty per cent of the world's electronically stored information is in English. Of the estimated forty million users of the Internet, some eighty per cent communicate in English, but this is expected to decrease to forty per cent as speakers of other languages get online.

Some types of new Englishes

The new English-speakers aren't just passively absorbing the language. They are shaping it, arising an interesting event: the blend of two names of languages in one, which forms a new name for that new language. This blending is called portmanteau. Some examples of portmanteaus from names of languages are:

Englog (or Enggalog)= English + Taglog (spoken in the Philippines)

Japlish = Japanese + English

Hinglish = Hindi + English

Spanglish = Spanish + English


What about the Future?

All languages are works in progress. But English's globalization, unprecedent in the history of languages, will revolutionize it in ways we can only begin to imagine. In the future, suggests David Crystal, there could be a tri-English world one in which you could speak a local English-based dialect at home, a national variety at work or school, and international Standard English to talk to foreigners. With native speakers, a shrinking minority of the world's Anglophones, there's a growing sense that students should stop trying to emulate Brighton or Boston English, and embrace their own local versions. Researchers are starting to study non-native speakers' "mistakes", as "She look very sad," for example - as structured grammars. In a generation's time, teachers might no longer be correcting students for saying "a book who" or "a person which."


Disponível em: www.solinguainglesa.com.br